Davi Alcolumbre votou em Macapá, no Amapá, em 25 de outubro de 2026, e pediu liberdade de escolha, paz e respeito durante a eleição. Presidente do Senado, ele associou o voto à responsabilidade de cuidar do país.
Segundo a Agência Senado, a manifestação ocorreu após Alcolumbre votar na capital amapaense. A mensagem destacou o direito de cada brasileiro de escolher com liberdade e consciência.
O episódio aconteceu no domingo de votação. Alcolumbre votou em Macapá antes de seguir para Brasília, conforme informou a Agência Senado.

A agenda do presidente do Senado previa uma visita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 12h30, acompanhado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. A notícia reúne a declaração feita no Amapá e o compromisso previsto em Brasília.
Voto em Macapá e defesa do respeito entre eleitores
Ao votar no Amapá, Davi Alcolumbre afirmou que a palavra cabia ao povo e que cada brasileiro poderia fazer sua escolha com consciência e tranquilidade. A declaração foi registrada pela Agência Senado.
Alcolumbre também mencionou a responsabilidade compartilhada de cuidar do país, mesmo entre pessoas que pensam de maneira diferente. A mensagem relacionou as escolhas individuais ao compromisso coletivo com o Brasil.
Na manifestação, o presidente do Senado defendeu que a força do voto fosse acompanhada pelo respeito e que o compromisso com o país ficasse acima das diferenças. Esses pontos integraram o chamado feito por ele durante a votação em Macapá.
Visita de Alcolumbre ao Tribunal Superior Eleitoral
A agenda informada pela Agência Senado previa uma visita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão identificado na notícia como destino do compromisso em Brasília. A atividade estava programada para as 12h30 de 25 de outubro de 2026.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, acompanharia Alcolumbre na visita. A programação reunia, assim, os presidentes das duas Casas do Congresso Nacional.
Depois de votar em Macapá, Alcolumbre seguiria para Brasília, conforme a agenda divulgada. A visita ao TSE era o compromisso previsto após a passagem do presidente do Senado pelo Amapá.


